Sejam Bem Vindos!

Minha satisfação em recebê-los é imensa!

Criei esse blog com objetivo de divulgar meu trabalho, para quem ainda não conhece, trocar idéias, discutir as tendências do nosso ramo e estreitar as distâncias.

Estou aberto para sugestões e críticas. Tenho certeza que qualquer manifestação fará com que meu crescimento profissional se aprimore.

Aguardo vocês!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Não perca!

Fest Flor

Acesse: http://www.festflorbrasil.com.br/

Decoração ganha jardins com árvores frutíferas

Laranja, romã, jabuticaba. Essas são frutas saborosas e que ao mesmo tempo deixam qualquer ambiente com um belo visual. A nova tendência em paisagismo é usar árvores frutíferas na decoração.
“Eu uso as árvores frutíferas nos meus projetos junto com a decoração paisagística na intenção de resgatar uma qualidade de vida melhor. Nada melhor do que pegar a fruta no próprio pé e mostrar para o filho ou o próprio filho colher. Isso os aproxima da natureza”, diz a paisagista Ivani Kubo, que compra as árvores em uma fazenda de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. São quase 200 mil metros quadrados de área plantada.

O produtor rural José Lucas da Fonseca começou o negócio há 25 anos, com apenas um funcionário. Hoje, ele conta com 20 trabalhadores e cultiva mais de cem espécies. Algumas bem raras, como uvaia e grumixama.
“Tem lichia, que é uma planta chinesa. Tem mirtilo, que também não é uma planta nacional. A pitaia também é nova no mercado”, diz o produtor rural.
A paisagista Ivani Kubo faz 30 projetos por ano, com orçamentos que variam de R$ 10 a R$ 100 mil. O preço muda de acordo com o tamanho da área e as espécies escolhidas e inclui matéria-prima e mão de obra.
“Meu faturamento tem aumentado de 12% a 15% ao ano. Eu posso trabalhar com uma espécie de um ano de vida ou com uma espécie de 20 anos”, conta Ivani Kubo.
A nova casa de Débora Federzoni tem ambientes projetados pela paisagista. Na entrada, um pé de romã. No jardim, Ivani Kubo plantou uma cerejeira e uma jabuticabeira. E ainda construiu um lago.
“É um espaço para relaxar, para sentir o ambiente, para a família curtir junto”, explica a paisagista.
A intenção da cliente foi levar o campo para a cidade. “Nós queríamos as árvores frutíferas porque é bonito vê-la crescer e depois poder colher e comer. Eu acho muito legal fazer isso dentro de São Paulo”, conta Débora Federzoni.
Quem não tem muito espaço também pode instalar árvores frutíferas em casa. O aposentado Rubens Tadeu Fernandes encomendou um projeto para a varanda do apartamento. Uma área de apenas dois metros quadrados.
“Eu já tinha visto projetos grandes, mas fiquei imaginando como seria em uma varanda pequena como a minha. Deu certo”, diz Rubens Tadeu Fernandes.
A falta de espaço não representou um problema para a paisagista. O piso foi trocado por tábuas de cumaru, uma madeira de lei cercada por pedrisco. E já crescem nos vasos uma jabuticabeira e um pé de kinkan, uma frutinha japonesa cujo sabor lembra o de uma laranja azeda.
“Na verdade, você transforma a varanda em um jardim. A pessoa tem que ficar em um jardim e não só olhar de dentro da sala para varanda” explica Ivani Kubo.
As árvores acabaram com uma preocupação do aposentado: a falta de privacidade. Assim, Rubens Tadeu Fernandes pode relaxar e ler o jornal sem medo de olhares alheios.
“Tenho bastante privacidade. E à medida que as árvores vão crescendo fecham mais. Assim eu tenho liberdade para ficar à vontade na minha casa”, comemora o aposentado.

Fonte: globo.com

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Estudo mostra que floresta absorve 1/3 do CO2 emitido no ar

As florestas do mundo absorvem um terço de dióxido de carbono (CO2) que é oriundo da queima de combustíveis fósseis na atmosfera, segundo um estudo internacional que alerta paralelamente para as conseqüências dramáticas do desmatamento no contexto do aquecimento global.
"Se amanhã suspendermos o desmatamento, as florestas existentes e aquelas em estado de reconstituição absorverão a metade das emissões de combustíveis fósseis", ressaltou Pep Canadell, coautor do estudo divulgado pela revista americana Science.
As florestas do planeta absorvem 2,4 bilhões de toneladas de carbono por ano, segundo este primeiro estudo com dados das contribuições das florestas boreais, tropicais e das regiões temperadas para o ciclo do carbono. O desflorestamento é responsável pela emissão de 2,9 bilhões de toneladas por ano, ou seja, cerca de 26% do total das emissões. Apenas as emissões de combustíveis fósseis atingem mais 8 bilhões de toneladas por ano.
Os dados, relativos ao período 1990-2007, foram reunidos durante dois anos por uma equipe internacional de pesquisadores especialistas em aquecimento global.
O estudo mostrou pela primeira vez que nas regiões tropicais o volume de carbono emitido devido ao desflorestamento foi contrabalançado pelo absorvido pelas florestas primárias intactas, tendo no final um balanço de carbono quase nulo.
Os pesquisadores indicaram que as emissões de CO2 durante o desflorestamento foram compensadas pela absorção de CO2 pela regeneração das florestas secundárias nas regiões onde a agricultura foi abandonada. Segundo Canadell, duas lições principais podem ser tiradas deste estudo.
"As florestas não são apenas enormes reservatórios de carbono, mas absorvem também ativamente o CO2 produzido pelas atividades humanas. As florestas também assumem cada vez mais a dianteira em uma estratégia para proteger nosso clima," segundo ele.
A segunda lição mostra que é possível obter ganhos econômicos com uma gestão melhor das florestas, aproveitando principalmente benefícios com a redução do desflorestamento bem "maiores que o que se pensava". Ele frisou principalmente o aspecto financeiro do mercado do carbono e as compensações previstas no mecanismo Redd+ (redução das emissões devidos ao desflorestamento e à degradação das florestas). Esse mecanismo, adotado formalmente na conferência da ONU sobre o clima em Cancun (México) no final de 2010, tem como objetivo estimular os países que têm florestas tropicais a evitar desflorestá-las ou a administrá-las de maneira durável, obtendo compensações financeiras. 
FONTE: Leouve Serra Gaúcha

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Dança das Flores

Flor do jardim,
flor que deveria
ser da primavera,
mas que preferiu
enganar as estações.
Leve flor carregada
pelo vento.
E nele desliza
como que em
delicada dança,
Flor que teve por par a brisa.
Brisa que acalmou o vento,
do som que se escondia no silêncio,
dos segredos que, embora ditos,
somente foram ouvidos
pelos que tinham ouvidos de ouvir,
pois que escutavam
com a alma,
pois que conheciam
os caminhos do coração.
Flor que é
delicadeza no botão,
e esplendor
no seu momento mágico.
Flor que decora
o circo da vida,
onde os pecados
convivem com as virtudes,
onde o perdão os liberta,
e os transforma
em sementes renovadas.
 

Gilberto Brandão Marcon

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Feira mostra novidades para quem produz flores e hortaliças Holambra, em SP, sedia evento do setor. Durante a exposição devem ser movimentados R$ 70 milhões.

Entre 370 expositores do Brasil e do exterior com inovações tecnológicas para flores, frutas e hortaliças é preciso muita habilidade para chamar a atenção do cliente. Uma empresa de fertilizantes de Minas Gerais apostou na caricatura.
Durante a exposição devem ser movimentados R$ 70 milhões. Entre os lançamentos da Hortitec deste ano, estão as sementes orgânicas para a produção em escala comercial de hortaliças.
Novas mudas de alface garantem a redução do ciclo de produção em mais de 30% e com uma caneta com laser invisível, o produtor pode conferir a qualidade da semente a ser plantada.
Uma tecnologia usada na Segunda Guerra Mundial pelo exército americano agora é usada para rastrear as flores do produtor ao mercado final. Cestos de pós-colheita retornáveis ganharam uma etiqueta com micro chip que registra todos os dados. Por rádio frequência é possivel identificar o lote de flores onde quer que ele esteja.
Luís Eduardo Rodrigues, presidente da Abcsem, Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas, explica que boa parte das sementes para horticultura no Brasil ainda precisa ser importada, aproximadamente 55%, porém os programas de produção do Brasil cresceram muito nos últimos anos, assim como as instalações de novos centros de pesquisa genética. Nos próximos 10 anos, devemos ter uma grande reversão no quadro e devemos nos tornar exportadores.
Assista ao vídeo com a entrevista completa e saiba quais são as variedades que ainda dependem de importação para serem cultivadas e o custo para o produtor.

Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Flores do campo podem gerar borracha sustentável

O dente-de-leão, uma variedade de flores silvestres comum nos campos, poderá ser a fonte de um produto para substituir a borracha sintética usada em pneus e outras aplicações nos automóveis.Uma pesquisa em desenvolvimento na Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, está levantando o potencial da planta. O estudo é bancado por uma montadora que, de longa data, utiliza materiais de origem natural em seus automóveis, como estofamentos derivados da soja.
Segundo os pesquisadores da Ohio State University, as raízes de alguns tipos de dente-de-leão possuem uma substância leitosa que pode ser usada para produzir um tipo sustentável de borracha. O produto tem aplicações também na composição de plásticos usados em peças para o interior dos carros, como porta-copos, tapetes e painéis de portas.
Fonte: Auto Estrada.



quinta-feira, 19 de maio de 2011

Espuma floral fornece água às flores e sustenta o arranjo - a espuma adapta-se a qualquer tipo de vaso

A espuma floral foi especialmente desenvolvida para atender às necessidades dos floristas. Além de proporcionar sustentação para os elementos do arranjo, fornece água para flores e folhas, ao ser previamente umedecida.

Apresenta importantes características que permitem ampliar a vida útil dos arranjos. Sendo macia, permite a fácil inserção das flores e alto poder de fixação das hastes. Possui densidade uniforme, sendo encontrada no mercado em variada consistência, tamanhos e formas. Adapta-se a qualquer tipo de vaso e, além disso, é um material estéril e com propriedades antimicrobianas.


Para hidratar a espuma floral, corte-a no tamanho desejado, usando uma faca ou canivete. Coloque água em um recipiente em que ela caiba deitada e deposite-a na superfície, deixando-a absorver água naturalmente. Assim, é hidratada completamente e de maneira uniforme. Nunca afunde a espuma floral dentro do recipiente, pois ficarão áreas secas em seu interior.


Por: Clara Peron.
http://www.cpt.com.br/noticias


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Portfólio

Amigos,

Estou atualizando meu portfólio e breve postarei mais fotos.
Para contato:
rogeriocastroarranjosflorais@gmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Floresce em Brasília a 'maior orquídea do mundo', diz Ibama

Após 5 anos de crescimento, floresceu em Brasília (DF) a "maior orquídea do mundo", alcunha dada à espécie Grammatophyllum speciosum, nativa da Malásia. A planta tem 2,5 metros de altura e 19 hastes florais que atingem até 3 metros, segundo o Ibama.
A planta gigante floresceu no Orquidário Nacional do Ibama e foi gerida por meio do projeto Orquídeas do Brasil, de acordo com o órgão ambiental. A orquídea tem mais de 400 flores.
Segundo a bióloga Lou Menezes, chefe do Orquidário, a planta adaptou-se bem ao clima do Planalto Central. Ela recebeu a planta ainda pequena de Odilon Cunha, um colecionador pernambucano e colaborador do projeto Orquídeas do Brasil.
Após o florescimento da orquídea, Lou Menezes realizou o cruzamento da espécie originária da Malásia com outra, típica do cerrado brasileiro, a Cyrtopodium brandonianum. A iniciativa representa o primeiro passo para o crescimento de uma nova espécie híbrida.

 fonte: O Globo