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Criei esse blog com objetivo de divulgar meu trabalho, para quem ainda não conhece, trocar idéias, discutir as tendências do nosso ramo e estreitar as distâncias.

Estou aberto para sugestões e críticas. Tenho certeza que qualquer manifestação fará com que meu crescimento profissional se aprimore.

Aguardo vocês!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ministra da Agricultura da Espanha destaca participação do Brasil na Fruit Attraction

A Fruit Attraction (International Trade Show for the Fruit & Vegetables Industry) foi oficialmente aberta nesta quarta-feira (19/10), no Centro de Eventos e Convenções Feria del Madrid, em Madri. Pela manhã, a ministra da Agricultura da Espanha, Roza Aguillar, visitou o evento e provou diversas variedades de frutas, inclusive as brasileiras. O evento vai até sexta-feira (21/10).
Em dois pavilhões (nacional e internacional), estão sendo expostos frutas, vegetais e tecnologias para conservação, embalagens, logística e sementes. No entanto, o que mais chama a atenção dos visitantes é a grande quantidade de frutas exóticas. “Um sabor exótico, refrescante e único”, disse Roza Aguillar ao experimentar o melão brasileiro, no estande do Brazilian Fruit, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf). “A participação brasileira neste ano será muito importante para a Europa”.
Além do Brasil, que trouxe oito empresas exportadoras de frutas para a feira, outros sete países estão participando do evento: Itália, Alemanha, França, Portugal, Irã, Ilhas Canárias e Polônia. “A Fruit Attraction expõe a importância do setor frutícola e hortícola da Espanha para o resto da Europa, mas a parceria que temos com outros países produtores, como a Itália, por exemplo, é fundamental para abastecermos o mercado consumidor de frutas na União Europeia”, disse Jose Antonio Pomenza, presidente da Federação dos Exportadores de Frutas da Espanha (Femex).

Exóticas

A Espanha é o segundo maior país exportador de frutas da Europa e também está intensificando sua produção para tornar-se líder e ultrapassar a Itália. Além de buscar parceiros para o abastecimento do mercado com frutas consideradas exóticas para o continente, como romã, mamão formosa, limão tahiti, lichia, entre outras, o país vai encabeçar uma campanha na Alemanha para popularizar o consumo de frutas. “Começaremos pela Alemanha, que tem um grande mercado consumidor em potencial, mas ainda não tem o hábito de consumir frutas”, explicou Roza.

Ainda de acordo com a ministra, o setor frutícola espanhol é tão importante para a economia do país que os produtores não temem que a crise econômica possa atrapalhar a expansão do segmento. “Temos que ter cautela, mas o setor só está crescendo nos últimos anos e estamos trabalhando para dar continuidade a este crescimento”, disse ela.

Variedades

A terceira edição da Fruit Attraction trouxe para a capital espanhola mais de 550 empresas que produzem e comercializam frutas e hortaliças, além de companhias que atuam no setor de logística de transportes destes produtos e embalagens. “A cada ano, a tecnologia nos permite ter produtos mais conservados e métodos seguros de transporte de frutas, que merecem todo cuidado pela sua delicadeza”, contou Manolo Luiz Perez, diretor de uma empresa de logística da Catalunha. Perez participa do evento pela segunda vez.
Este é o primeiro ano que o Brasil participa como expositor no evento. Segundo Maurício de Sá Ferraz, diretor do Ibraf, os espanhóis convidaram o Brasil porque o interesse pelas variedades brasileiras é crescente na Europa. No estande do Brazilian Fruit, os visitantes podem experimentar melão, mamão, banana, goiaba e tomar caipirinha feita com limão brasileiro. Desde o início da feira, os representantes das empresas brasileiras estão atendendo os interessados e explicando sobre as variedades e possibilidades brasileiras na agricultura.
Até o final da feira, a organização estima que mais de 45 mil pessoas tenham visitado o evento. Nesta sexta-feira (21/10), acontece o Congresso Internacional sobre Produção e Consumo Mundial de Maçãs. Entre os palestrantes convidados, está Pierre Pérès, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã.

FONTE: Globo Rural - online

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Poema: A dança das flores de Gilberto Brandão Marcon

Flor do jardim,
flor que deveria
ser da primavera,
mas que preferiu
enganar as estações.
Leve flor carregada
pelo vento.
E nele desliza
como que em
delicada dança,
Flor que teve por par a brisa.
Brisa que acalmou o vento,
do som que se escondia no silêncio,
dos segredos que, embora ditos,
somente foram ouvidos
pelos que tinham ouvidos de ouvir,
pois que escutavam
com a alma,
pois que conheciam
os caminhos do coração.
Flor que é
delicadeza no botão,
e esplendor
no seu momento mágico.
Flor que decora
o circo da vida,
onde os pecados
convivem com as virtudes,
onde o perdão os liberta,
e os transforma
em sementes renovadas

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Não perca! 73ª Festa das Flores de Joinville


Confirmada para acontecer entre os dias 11 e 16 de novembro deste ano, a 73ª Festa das Flores de Joinville. A Festa terá como tema: "Joinville e sua Gente: 160 Anos de uma História de Amor". A presidenta da Fundação Turística de Joinville, Maria Ivonete Peixer da Silva, garante que muitas novidades já estão confirmadas para atrair todos os tipos de público. "Estamos fortalecendo, ano a ano, a Festa das Flores e nosso compromisso maior é fazer com que o nosso povo sinta orgulho e compareça cada vez mais à grande festa da cidade", valoriza.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mulher jardineira

A história da fundadora do Grupo de Mulheres Jardineiras começa onde a terra é tão seca que poucas mudas se aventuram a nascer. Cachoeirinha, no sertão de Pernambuco, foi a cidade em que nasceu e se criou Josefa Soares. Primogênita de agricultores analfabetos, ela começou a trabalhar na roça desde cedo, já que “filha mulher não precisa estudar”.
Josefa sempre gostou do trabalho árduo na terra, mas revoltava-se com aquele solo árido, no qual milho, feijão e mandioca só conseguiam brotar com muito esforço. Quando jovem, a futura jardineira bem que tentou tornar a cidade mais verde. Ajudou a criar cooperativas, aprendeu a fazer cisternas e até conseguiu montar uma pequena cultura hidropônica. Mas se cansou de ouvir que “mulher não entende dessas coisas”, e deixou o sertão, rumo ao sudeste.
Na cidade de São Paulo, encontrou terras mais férteis, mas o casamento e a chegada dos filhos acabaram por deixar de lado seus planos temporariamente. Na virada do milênio, com o casamento desfeito, ela decidiu que era hora de correr atrás de seu sonho, e buscou cursos de agronomia. Mas não havia feito o ensino médio, e um diploma universitário estava fora de questão.
No Viveiro Manequinho Lopes, localizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, Josefa encontrou o primeiro emprego e a segunda família. Foi adotada por um casal que a acolheu mesmo depois de adulta. Mas isso não marcou o começo de uma vida mais tranquila. “Recebi um convite para fazer um curso de jardinagem, e para isso teria que largar o trabalho”, conta Josefa. “Fui buscar meu Seguro-Desemprego, e ouvi do funcionário que mulheres não podiam ser jardineiras. Foi um choque”.
Sem se deixar abalar, terminou a escola, especializou-se e recebeu um convite do Centro de Cidadania da Mulher de Santo Amaro para ensinar jardinagem às habitantes da região. Lá, encontrou uma enorme diversidade de tipos: mulheres jovens, idosas, com superior completo ou analfabetas. Muitas delas haviam nascido no campo e perdido o contato com a terra ao se mudarem para a cidade, mas agora se encontravam em uma situação econômica instável, e precisavam de uma profissão.
“Algumas mulheres eram vítima de violência doméstica, outras estavam desempregadas, com a confiança abalada. Vi que eu precisaria ser não apenas professora, mas também amiga e psicóloga”, diz Josefa.
Nas aulas, sempre cheias, as alunas demonstravam interesse, e mesmo aquelas com mais idade participavam criando vasos decorados. Ao aprender uma profissão e participar de um grupo com os mesmos interesses, muitas delas ganharam desenvoltura e força de vontade. “Uma moça perdeu 10 quilos, outra criou coragem para confrontar o marido violento”, diz Josefa.

Mesmo as integrantes com mais idade cuidam das plantas
Mas com o passar do tempo, o número de alunas caiu, e Josefa entendeu que era porque elas não conseguiam arcar com o preço das passagens de ônibus, e sofriam críticas da família por trabalhar tanto sem gerar renda. “Nessa hora, entendi que elas precisavam de um emprego”. E assim surgiu o Grupo das Mulheres Jardineiras, que inicialmente era uma associação, daí a sigla Amuja.
Terra e batom
“Gosto de trabalhar com a beleza”, diz Dionise de Jesus Soares, uma das nove integrantes fixas do Amuja. A jardineira entrou em contato com a profissão por meio do Projeto Pomar (uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo que tem como objetivo a recuperação ambiental das margens do Rio Pinheiros), mas após o seu término, não conseguiu emprego na área. Acabou por montar um salão de cabeleireiro.
Quando as alunas de Josefa decidiram montar o grupo, Dionise não pensou duas vezes, e fechou as portas do salão. “Embelezar pessoas que estão caidinhas ou terrenos que estão destruídos é a mesma coisa. Mas as plantas não reclamam”, diz a jardineira.
No começo, Dionise sofreu o mesmo tipo de preconceito que sua ex-professora. Os homens diziam que ela não ia dar conta do trabalho pesado, carregar sacos de terra ou empurrar o carrinho. Já as mulheres questionavam como alguém com o cabelo sempre arrumado e as unhas feitas poderia mexer com a terra. “E quem disse que não posso ser ao mesmo tempo mulher e jardineira? Levo na bolsa uma pá, mas também um batom e uma lixa de unhas”, conta.
O lema de jardinar sem perder a feminilidade foi passado para as outras integrantes. Um gloss e um lápis de olho fazem parte do uniforme, juntamente com a calça jeans e a camiseta roxa ou verde. Mas aos olhos dos clientes, muitas vezes o feminino é sinônimo de pouca competência. Atualmente, o único parceiro fixo de negócios da Amuja é uma agência de banco. Trabalhos temporários costumam aparecer, e Josefa já indicou membros do grupo para vagas fixas de jardineira.
Embora ainda passem por dificuldades para expandir seus negócios, as integrantes do Amuja demonstram muita determinação. “Eu sei que tenho um caminho pela frente. Quero começar um trabalho com cultivares orgânicos, e juntar dinheiro para fazer uma faculdade de agronomia”, diz Josefa. Mas quando ela pensa em tudo o que já percorreu, vê que já ganhou muitas batalhas em um meio em que nem tudo são flores.

FONTE: Globo Rural online

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Não perca!

Fest Flor

Acesse: http://www.festflorbrasil.com.br/

Decoração ganha jardins com árvores frutíferas

Laranja, romã, jabuticaba. Essas são frutas saborosas e que ao mesmo tempo deixam qualquer ambiente com um belo visual. A nova tendência em paisagismo é usar árvores frutíferas na decoração.
“Eu uso as árvores frutíferas nos meus projetos junto com a decoração paisagística na intenção de resgatar uma qualidade de vida melhor. Nada melhor do que pegar a fruta no próprio pé e mostrar para o filho ou o próprio filho colher. Isso os aproxima da natureza”, diz a paisagista Ivani Kubo, que compra as árvores em uma fazenda de Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. São quase 200 mil metros quadrados de área plantada.

O produtor rural José Lucas da Fonseca começou o negócio há 25 anos, com apenas um funcionário. Hoje, ele conta com 20 trabalhadores e cultiva mais de cem espécies. Algumas bem raras, como uvaia e grumixama.
“Tem lichia, que é uma planta chinesa. Tem mirtilo, que também não é uma planta nacional. A pitaia também é nova no mercado”, diz o produtor rural.
A paisagista Ivani Kubo faz 30 projetos por ano, com orçamentos que variam de R$ 10 a R$ 100 mil. O preço muda de acordo com o tamanho da área e as espécies escolhidas e inclui matéria-prima e mão de obra.
“Meu faturamento tem aumentado de 12% a 15% ao ano. Eu posso trabalhar com uma espécie de um ano de vida ou com uma espécie de 20 anos”, conta Ivani Kubo.
A nova casa de Débora Federzoni tem ambientes projetados pela paisagista. Na entrada, um pé de romã. No jardim, Ivani Kubo plantou uma cerejeira e uma jabuticabeira. E ainda construiu um lago.
“É um espaço para relaxar, para sentir o ambiente, para a família curtir junto”, explica a paisagista.
A intenção da cliente foi levar o campo para a cidade. “Nós queríamos as árvores frutíferas porque é bonito vê-la crescer e depois poder colher e comer. Eu acho muito legal fazer isso dentro de São Paulo”, conta Débora Federzoni.
Quem não tem muito espaço também pode instalar árvores frutíferas em casa. O aposentado Rubens Tadeu Fernandes encomendou um projeto para a varanda do apartamento. Uma área de apenas dois metros quadrados.
“Eu já tinha visto projetos grandes, mas fiquei imaginando como seria em uma varanda pequena como a minha. Deu certo”, diz Rubens Tadeu Fernandes.
A falta de espaço não representou um problema para a paisagista. O piso foi trocado por tábuas de cumaru, uma madeira de lei cercada por pedrisco. E já crescem nos vasos uma jabuticabeira e um pé de kinkan, uma frutinha japonesa cujo sabor lembra o de uma laranja azeda.
“Na verdade, você transforma a varanda em um jardim. A pessoa tem que ficar em um jardim e não só olhar de dentro da sala para varanda” explica Ivani Kubo.
As árvores acabaram com uma preocupação do aposentado: a falta de privacidade. Assim, Rubens Tadeu Fernandes pode relaxar e ler o jornal sem medo de olhares alheios.
“Tenho bastante privacidade. E à medida que as árvores vão crescendo fecham mais. Assim eu tenho liberdade para ficar à vontade na minha casa”, comemora o aposentado.

Fonte: globo.com

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Estudo mostra que floresta absorve 1/3 do CO2 emitido no ar

As florestas do mundo absorvem um terço de dióxido de carbono (CO2) que é oriundo da queima de combustíveis fósseis na atmosfera, segundo um estudo internacional que alerta paralelamente para as conseqüências dramáticas do desmatamento no contexto do aquecimento global.
"Se amanhã suspendermos o desmatamento, as florestas existentes e aquelas em estado de reconstituição absorverão a metade das emissões de combustíveis fósseis", ressaltou Pep Canadell, coautor do estudo divulgado pela revista americana Science.
As florestas do planeta absorvem 2,4 bilhões de toneladas de carbono por ano, segundo este primeiro estudo com dados das contribuições das florestas boreais, tropicais e das regiões temperadas para o ciclo do carbono. O desflorestamento é responsável pela emissão de 2,9 bilhões de toneladas por ano, ou seja, cerca de 26% do total das emissões. Apenas as emissões de combustíveis fósseis atingem mais 8 bilhões de toneladas por ano.
Os dados, relativos ao período 1990-2007, foram reunidos durante dois anos por uma equipe internacional de pesquisadores especialistas em aquecimento global.
O estudo mostrou pela primeira vez que nas regiões tropicais o volume de carbono emitido devido ao desflorestamento foi contrabalançado pelo absorvido pelas florestas primárias intactas, tendo no final um balanço de carbono quase nulo.
Os pesquisadores indicaram que as emissões de CO2 durante o desflorestamento foram compensadas pela absorção de CO2 pela regeneração das florestas secundárias nas regiões onde a agricultura foi abandonada. Segundo Canadell, duas lições principais podem ser tiradas deste estudo.
"As florestas não são apenas enormes reservatórios de carbono, mas absorvem também ativamente o CO2 produzido pelas atividades humanas. As florestas também assumem cada vez mais a dianteira em uma estratégia para proteger nosso clima," segundo ele.
A segunda lição mostra que é possível obter ganhos econômicos com uma gestão melhor das florestas, aproveitando principalmente benefícios com a redução do desflorestamento bem "maiores que o que se pensava". Ele frisou principalmente o aspecto financeiro do mercado do carbono e as compensações previstas no mecanismo Redd+ (redução das emissões devidos ao desflorestamento e à degradação das florestas). Esse mecanismo, adotado formalmente na conferência da ONU sobre o clima em Cancun (México) no final de 2010, tem como objetivo estimular os países que têm florestas tropicais a evitar desflorestá-las ou a administrá-las de maneira durável, obtendo compensações financeiras. 
FONTE: Leouve Serra Gaúcha

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Dança das Flores

Flor do jardim,
flor que deveria
ser da primavera,
mas que preferiu
enganar as estações.
Leve flor carregada
pelo vento.
E nele desliza
como que em
delicada dança,
Flor que teve por par a brisa.
Brisa que acalmou o vento,
do som que se escondia no silêncio,
dos segredos que, embora ditos,
somente foram ouvidos
pelos que tinham ouvidos de ouvir,
pois que escutavam
com a alma,
pois que conheciam
os caminhos do coração.
Flor que é
delicadeza no botão,
e esplendor
no seu momento mágico.
Flor que decora
o circo da vida,
onde os pecados
convivem com as virtudes,
onde o perdão os liberta,
e os transforma
em sementes renovadas.
 

Gilberto Brandão Marcon

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Feira mostra novidades para quem produz flores e hortaliças Holambra, em SP, sedia evento do setor. Durante a exposição devem ser movimentados R$ 70 milhões.

Entre 370 expositores do Brasil e do exterior com inovações tecnológicas para flores, frutas e hortaliças é preciso muita habilidade para chamar a atenção do cliente. Uma empresa de fertilizantes de Minas Gerais apostou na caricatura.
Durante a exposição devem ser movimentados R$ 70 milhões. Entre os lançamentos da Hortitec deste ano, estão as sementes orgânicas para a produção em escala comercial de hortaliças.
Novas mudas de alface garantem a redução do ciclo de produção em mais de 30% e com uma caneta com laser invisível, o produtor pode conferir a qualidade da semente a ser plantada.
Uma tecnologia usada na Segunda Guerra Mundial pelo exército americano agora é usada para rastrear as flores do produtor ao mercado final. Cestos de pós-colheita retornáveis ganharam uma etiqueta com micro chip que registra todos os dados. Por rádio frequência é possivel identificar o lote de flores onde quer que ele esteja.
Luís Eduardo Rodrigues, presidente da Abcsem, Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas, explica que boa parte das sementes para horticultura no Brasil ainda precisa ser importada, aproximadamente 55%, porém os programas de produção do Brasil cresceram muito nos últimos anos, assim como as instalações de novos centros de pesquisa genética. Nos próximos 10 anos, devemos ter uma grande reversão no quadro e devemos nos tornar exportadores.
Assista ao vídeo com a entrevista completa e saiba quais são as variedades que ainda dependem de importação para serem cultivadas e o custo para o produtor.

Fonte: g1.globo.com